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Mostrando postagens com o rótulo Zen.

ATENÇÃO PLENA, MAIS UMA VEZ

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Sinto que precisamos voltar ao assunto ATENÇÃO PLENA . A vida cotidiana muitas vezes nos impede de analisarmos os movimentos que fazemos. Nossas ações automáticas diárias devem ser revistas e assistidas pela nossa mente, como espectadores de nós mesmos, observando as máscaras que vestimos e por vezes deixamos de tirar por comodismo ou medo. Fazemos da máscara o rosto principal, trazemos tão grudadas em nosso corpo, em nosso espírito que acabamos por confundir quem está agindo. Quais máscaras estamos usando? E apenas observar é só o começo. Temos a obrigação de sentir quais motivos nos levam a tomar decisões e ações. O que faz as nossas ações se diferenciarem das ações comuns é a atenção sobre elas. O Zazen é uma ferramenta poderosa desta tomada de consciência mas não é a única. Um abraço, um aperto de mão, um sorriso, uma gargalhada. Afinal qual intenção com nossas atitudes, desde a mais trivial até as mais complexas, aquelas que não aparecem mas são as mai...

Agulha e o Mestre

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            Havia um mestre Zen que tinha um discípulo muito fervoroso,  que considerava o seu mestre como um Buda vivo.      Um dia este mestre sentou numa agulha e gritou de de dor, "Aiiii", dando um pulo. O discípulo assistindo a cena perdeu imediatamente toda toda fé que havia depositado em seu mestre.   Saiu dizendo que estava desapontado em descobrir que seu mestre não era totalmente iluminado. Se fosse iluminado não sairia gritando e pulando daquela forma.     O mestre ficou triste ao perceber que seu discípulo o deixaria e disse: "Que tristeza! Pobre homem! Se ele ao menos soubesse que na realidade nem eu, nem a agulha, nem o 'ai' jamais existiram". Texto adaptado do livro:  O Livro Tibetano do Viver e do Morrer, de Sogyal Rinpoche