segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Se eu existo, aonde estou?



 Não "Eu".
    Sempre me deparo com esta questão junto aos meus alunos, a questão da não existência de um "eu". Ao menos da forma como pensam. Um "Eu" eterno e imutável, com uma identidade definitiva e estável, de reconhecimento constante.
   Um "Eu" só existe dentro de uma certa forma cultural, fora dela seríamos outro "Eu".
   Quando vou me decompondo culturalmente vou sentindo que este eu (Paulo) é uma construção e desconstrução social constantes, ou seja inexistente. Na verdade é uma soma de causas e condições contínuas, que poderiam variar  e ainda podem. Vamos pensar assim: Caso meu nascimento tivesse ocorrido em Belize, meu mome seria Paulo, meus pais seriam  católicos, meu idioma o português seria o mesmo, teria conhecido minha atual esposa? Definitivamente não, sem dúvida seria uma outra pessoa. Só sou o que sou devido a causas e condições que me levaram até aqui.


Imagem: Kanji, pessoa- hito

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Quarta visita de Sua Santidade O Dalai Lama no Brasil

Quarta visita de Sua Santidade O Dalai Lama no Brasil - 15 a 17 Setembro de 2011




Tenzin Gyatso, monge budista, doutor em filosofia budista, agraciado com mais de 100 títulos honoris causa, Prêmio Nobel da Paz, condecorado por milhares de instituições do mundo todo, XIV Dalai Lama, há tempos deixou de ser apenas o líder espiritual do povo tibetano. Hoje é uma das personalidades mais reconhecidas e admiradas do cenário mundial, patrimônio vivo da humanidade.

Defensor incansável da não violência como compromisso ético de vida; promotor do diálogo entre as culturas e as religiões; pioneiro na aproximação entre as ciências e a espiritualidade — especialmente no campo das neurociências — Sua Santidade percorre o mundo convidando-nos a refletir sobre a necessidade de cultivar uma convivência harmônica conosco, com os outros e com o macro projeto chamado Vida.

Sua mensagem simples e sem rodeios, dirigida ao coração dos fatos, o tornaram um mentor e inspirador de milhares de iniciativas, cujo propósito é fazer da vida uma celebração, onde sabedoria e compaixão se entrelacem formando a tapeçaria de uma sociedade justa, eticamente responsável e solidária.

fonte:http://www.dalailama.org.br/dalailama/2011/