sábado, 30 de janeiro de 2010

Conselhos à um filho



Certa vez Buda ofereceu as seguintes instruções ao seu filho Rahula como herança:



Praticar o amor incondicional para libertar-se da má vontade.


Praticar a compaixão para libertar-se da apatia.


Cultivar a serenidade para libertar-se do ressentimento.


Praticar o desapego às necessidades do corpo para libertar-se da luxuria.


Valorizar a contemplação da impermanência para libertar-se do conceito de "eu sou".


Cultivar a atenção à respiração: o foco no agora traz grandes benefícios e muitas bênçãos.




Parte do texto retirado do livro: Um Café com Buda

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Um Café Com O Buda

Para as pessoas que desejam começar um leitura sobre o budismo e não sabem por onde começar, indico um pequeno livro de fácil acesso e leitura leve: Um Café Com Buda, de Joan Duncan Oliver e prefácio de Annie Lennox.
A idéia do livro é simples, é como se você estivesse tendo uma breve conversa com Siddhartha Gautama, fazendo perguntas diretas e tirando as dúvidas mais frequentes. Para quem quer um primeiro contato com o budismo; (não é algo super elaborado, mas também não é simplista).
Ao final da leitura há uma boa bibliografia e páginas da net para futuras consultas.

boa leitura

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Tirando o pó



O cotidiano e a rotina vai lentamente cobrindo o brilho da vida e do amor, como se fosse poeira. Não percebemos que a sujeira quase imperceptível do tempo vai nos engolindo de todas as formas, sufocando toda a luz, juventude e a beleza do ser. Como numa casa abandonada onde, paredes com bolor e portas e janelas vão lentamente apodrecendo, o telhado com goteiras vem abaixo, por fim uma casa sem vida.
Da mesma forma de uma casa, se faz necessário uma manutenção constante nas relações inter-pessoais e pessoais. Um móvel antigo bem tratado é tão ou mais bonito que um móvel novo, uma casa antiga bem arrumada abriga tão bem seus moradores como qualquer casa nova.
Nosso corpo e mente mesmo sendo "antigos" devem estar sadios, para podermos manter a manutenção da vida com brilho e graça.
Não é fácil, cansa fazer a faxina, mas é absolutamente necessário. Quando você termina de tirar o pó da rotina com o amor e dá brilho nas relações pessoais com a compaixão, mesmo as coisas antigas voltam a ter vida.



Foto: Monica Cruvinel




quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

O Sorriso de Zilda Arns


"Dona" Zilda Arns era médica pediatra, mãe de cinco filhos, nasceu no dia 25 de agosto de 1934, em Forquilhinha, Estado de Santa Catarina.
Em 1983 torna-se Fundadora e Coordenadora Nacional da Pastoral da Criança da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Um trabalho que foi levado com sucesso a incontáveis locais no Brasil e no mundo, apenas para mencionar alguns: Angola, Indonésia, Estados Unidos, Haiti. Por toda esta dedicação na tentativa de extinguir a fome das crianças pelo mundo foi indicada para o Prêmio Nobel, (preferiram o Obama), que pena, ela pelo menos salvava crianças da fome.
Suas armas: seu sorriso incansável e uma compaixão do tamanho do universo, absolutamente gentil e sempre atenciosa com todos que se aproximavam; com estas simples atitudes esta grande mulher salvou milhares de crianças.
Que todos os seres aprendam estas lições, para que tenhamos milhares de Zildas Arns pelo mundo.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Diálogo entre um discipulo e seu mestre Yue-shan



" Mestre em que pensa a pessoa enquanto está meditando?"
" A pessoa pensa em não pensar", respondeu o mestre.
" Como se pensa em não pensar?", questionou o monge.
" Sem pensar."



Texto retirado do livro Pocket zen de Bruno Pacheco

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